Esse site tem um objetivo bem simples: Divulgação Científica. O meu interesse por ciência surgiu na infância, assistindo filmes de ficção científica, livros (com Júlio Verne) e também com a televisão, especialmente o Mundo de Beakman! Depois passei a ler algumas revistas, como a SuperInteressante, assistir documentários e mais livros sobre ciência, como os do Carl Sagan.

Bem, mas o que é Divulgação Científica?

Divulgação científica é

realizar a transposição da linguagem técnica e formal utilizada na academia para uma linguagem não-formal que consiga ser compreendida por pessoas não-especialistas em determinado assunto¹

Em outras palavras, é pegar o conhecimento produzido nos laboratórios, geralmente das universidades e trazer para a população geral, fora dos muros dessas instituições.

Claro que ao fazer essa transposição vai existir uma perda de exatidão do assunto, uma generalização de resultados e, muitas vezes, principalmente na Psicologia e Neurociências, uma antropomorfização na forma de falar.

A antropomorfização é atribuir características humanas a coisas ou seres não humanos. Fazemos muito isso com nossos animais, como cães e gatos. Isso pode ser muito bom, não necessariamente ruim como algumas pessoas falam.

Essas duas “meninas” lindas são as minha cachorrinhas. Batemos altos papos graças a antropomorfização!

A antropormofização é algo bem comum na divulgação científica porque facilita muito a forma de escrever e, principalmente para o público que não é da área entender. E claro que isso gera muitas críticas na Academia (aqui não é a de musculação, mas as universidades).

Seu cérebro faz de tudo para não lidar com a morte, segundo estudo

Fonte: Revista Galileu

Por que cérebro faz você desistir de planos antes de colocá-los em prática

Fonte: UOL

Nos dois exemplos de título acima você pode observar o que estou dizendo sobre antropomorfizar. O cérebro supostamente não faz nada da forma como é descrito porque ele não tem vontade própria, mas é muito mais fácil para uma pessoa leiga entender a função dele nessas situações. Agora imagine a chatice de ler isso com termos técnicos, rebuscados, precisos. Ninguém leria.

Isso é muito criticado por ser uma simplificação, perder a precisão do estudo na hora de divulgar. Só que o importante é o público leigo ter acesso a informação, por mais simplificada que seja. É melhor a pessoa entender que o cérebro faz algo que imaginar que o alinhamento dos astros que controlam nosso comportamento!

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